
08/04/10
Câncer bucal: prevenção e diagnóstico precoce no consultório odontológico
A Associação Brasileira de Odontologia (ABO) alerta que cuidar da saúde bucal e visitar o dentista com frequência são essenciais para a prevenção e diagnóstico precoce do câncer bucal, doença que deverá registrar mais de 14 mil novos casos no Brasil, em 2010
Segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca), o câncer de boca já ocupa o 7º lugar no País em número de casos diagnosticados e, em 2010, os novos casos diagnosticados deverão chegar a 14.120. O diagnóstico precoce deste tumor encontra um grande aliado nas visitas regulares ao cirurgião-dentista, evitando, assim, mais mortes e melhorando a qualidade de vida do paciente. Em 2008, a doença foi responsável por 6.214 mortes no Brasil.
O tratamento das lesões iniciais do câncer bucal, por cirurgia ou radioterapia, tem bons resultados, com cura em 80% dos casos. Nos casos avançados, quando a cirurgia não é possível, a quimioterapia é associada à radioterapia, porém os resultados não são muito satisfatórios. “Por isso é muito importante o diagnóstico precoce da doença. O cirurgião-dentista tem papel fundamental nisso, pois pode detectar as primeiras possíveis lesões do tumor – feridas que não cicatrizam em uma semana, ulcerações indolores, que podem sangrar, e manchas esbranquiçadas ou avermelhadas nos lábios ou na mucosa bucal”, alerta o presidente nacional da ABO, Newton Miranda de Carvalho.
Este tipo de tumor afeta lábios e o interior da cavidade oral, ou seja, gengivas, mucosa das bochechas, céu da boca, língua, região embaixo da língua e amígdalas. Os fatores de risco para o câncer bucal são tabagismo, consumo de bebidas alcoólicas e exposição ao sol sem proteção. Para preveni-lo, recomenda-se também manter uma boa higiene bucal e os dentes e a boca bem tratados e saudáveis, além de alimentação rica em frutas, verduras e legumes.
Segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca), o câncer de boca já ocupa o 7º lugar no País em número de casos diagnosticados e, em 2010, os novos casos diagnosticados deverão chegar a 14.120. O diagnóstico precoce deste tumor encontra um grande aliado nas visitas regulares ao cirurgião-dentista, evitando, assim, mais mortes e melhorando a qualidade de vida do paciente. Em 2008, a doença foi responsável por 6.214 mortes no Brasil.
O tratamento das lesões iniciais do câncer bucal, por cirurgia ou radioterapia, tem bons resultados, com cura em 80% dos casos. Nos casos avançados, quando a cirurgia não é possível, a quimioterapia é associada à radioterapia, porém os resultados não são muito satisfatórios. “Por isso é muito importante o diagnóstico precoce da doença. O cirurgião-dentista tem papel fundamental nisso, pois pode detectar as primeiras possíveis lesões do tumor – feridas que não cicatrizam em uma semana, ulcerações indolores, que podem sangrar, e manchas esbranquiçadas ou avermelhadas nos lábios ou na mucosa bucal”, alerta o presidente nacional da ABO, Newton Miranda de Carvalho.
Este tipo de tumor afeta lábios e o interior da cavidade oral, ou seja, gengivas, mucosa das bochechas, céu da boca, língua, região embaixo da língua e amígdalas. Os fatores de risco para o câncer bucal são tabagismo, consumo de bebidas alcoólicas e exposição ao sol sem proteção. Para preveni-lo, recomenda-se também manter uma boa higiene bucal e os dentes e a boca bem tratados e saudáveis, além de alimentação rica em frutas, verduras e legumes.
Associação Brasileira de Odontologia